Rock in Rio 2017: Eu fui!

Em julho deste ano eu fiz um post aqui no blog contando sobre os cinco maiores festivais de rock que acontecem no Brasil. E um deles, sem sombra de dúvidas, é o Rock in Rio, que acabou de acabar e já deixou saudades! Claro que tem gente que reclamou, que não gostou das bandas escolhidas, que achou que faltou rock e heavy metal de verdade, maaas, eu preciso dizer que eu AMEI a experiência!

A primeira semana foi pra agradar a galera do pop e eu não vejo problema nisso, um festival é um festival justamente por isso, por ser eclético. Já a segunda semana foi a vez das bandas de rock, ou de hard rock, como preferirem! rs preciso dizer de novo que eu AMEI?! Não né! rs #hardrockteam 

Ontem, domingo, foi a vez das bandas mais “pesadas” desta edição do Rock in Rio, confesso que não curto muito RHCP e nem Offspring, e sim, tenho medo de Sepultura HAHAHA maaas, festival tem uma coisa boa: você passa a conhecer bandas novas, como foi o meu caso com a Ego Kill Talent e a banda República. Duas bandas brazucas que eu não conhecia e já considero pacas! Rock dos bons, fica aqui a indicação pra quem perdeu!

Eu fiquei bem satisfeita com o festival em si. Escolhi assistir Aerosmith e voltei felizona pra casa, mesmo indo pro aeroporto direto do festival, antecipando meu vôo e virando a noite ficando mais de 28 horas sem dormir! A vibe de festival é diferente, a pegada é outra e eu fui pra curtir tudo o que eu tinha direito mesmo. Pra quem não me acompanha nas redes sociais, vou resumir minha loucura aqui: acordei as 4h da manhã, fui pra Congonhas e voei até o Santos Dumont no Rio, cheguei lá por volta das 7h da manhã. Resolvi tomar café da manhã no Parque Lage e depois fui conhecer o Museu do Amanhã (se quiserem faço post no blog sobre os dois). Depois fui até a casa de um amigo da minha irmã, tomei banho e comi (valeu Pedrito!) e parti pro Rock in Rio. Cheguei às 19h30 e já fui assistir Alice Cooper, que aliás, deu um showzão! Eu estou até agora apaixonada pela guitarrista Nita Strauss, que mulheeer Brasiiil! rs

Fim do show do Alice Cooper

Depois teve Def Leppard e depois Aerosmith. Parti direto do festival pro aeroporto e voltei pra casa. Foi loucura, foi! Mas valeu a pena! Eu amo música e faria tudo de novo! Mas não recomendo HAHAHAHA reservem um hotel e façam a coisa bonitinho! rs

O festival em si é muito bem organizado e a cidade estava bem preparada pra receber os turistas e informar o que fosse preciso, em qualquer lugar. Apesar das fotos da sujeira que circulam pela internet, o festival tem muuuuita lixeira espalhada, as pessoas é que são porcas mesmo! A limpeza dos banheiros foi outra coisa que me impressionou, toda vez que fui ao banheiro, estava limpíssimo e ainda por cima, na entrada dos banheiros tinha uma TV informando qual a situação do lado de dentro, se estava lotado ou não, achei demais, sério!

O festival tem muita coisa legal pra quem vai cedinho e passa o dia por lá. Além dos shows, tem experiências incríveis proporcionadas pelos patrocinadores, que é um prato cheio pra quem curte (não é o meu caso, gosto mesmo é do show e pronto! rs) A única coisa que não gostei foi que pra comprar qualquer coisa dentro do festival ou você pagava com dinheiro ou então com cartão Visa ou do banco Itaú. Como eu uso Mastercard, me ferrei um pouco, a sorte foi que levei lanchinhos espertos! rs o valor das coisas, como vocês devem imaginar, é um pouco fora do padrão, mas nada muito abusivo e não tinha fila pra comprar nada, pelo menos eu não vi e não peguei.

Eu adorei o show do Aerosmith, mas confesso que me arrependi de ter optado por eles ao invés de Bon Jovi! Depois desse Rock in Rio aprendi muitas coisas sobre mim: amo Bon Jovi mais do que Aerosmith, consigo me virar muito bem sozinha nesse mundão e prefiro shows de bandas individuais do que festivais. Simmm! A vibe é outra e o público também! A animação da galera de um show só de uma banda é totalmente diferente de quando essa mesma banda toca em um festival. Vivendo e aprendendo né folks!

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